
Nossa História
ACADEMIA PORANGATUENSE DE ARTES E LETRAS, acrônimo APALE, foi fundada no dia 15 de abril do ano 1992 no município de Porangatu, Estado de Goiás. É uma entidade de personalidade jurídica, sem finalidade lucrativa, de duração indeterminada, composta de literatos e artistas em plena atividade ou que tenham se destacado em suas respectivas áreas de atuação e gozem de conceito ilibado
Novidades

DOAÇÃO SACOS DE CIMENTO
A Academia Porangatuense de Artes e Letras está dando início ao projeto de restauração do prédio da cadeia velha de Porangatu, por ser um prédio antigo muito terá que ser feito para manter sua aparência original.
A APALE sozinha neste momento não tem os recursos necessários para concluir todo projeto, por isso neste momento solicitamos e contamos com a colaboração de todos. Doe para a realização desse grandioso e necessário projeto "um ou mais sacos de cimento" e envie a foto do comprovante para o Whatsapp indicado no cartaz, assim teremos todo controle das doações e dos doadores, e conforme necessário iremos retirando os sacos de cimento sem ter perda ou desperdício.
Siga as orientações no cartaz e nos ajude nessa etapa!

Nota:
A Academia Porangatuense de Artes e Letras, vem a público anunciar que a Câmara Municipal de Porangatu aprovou e a Prefeita Municipal sancionou a Lei Municipal 2937/2021, outorgando a concessão do direito real de uso do imóvel objeto da matricula R-1-7263 à Academia Porangatuense de Artes e Letras (APALE). Esclarecemos que o imóvel em questão é o prédio da antiga cadeia de Porangatu, e por estar localizado dentro da área de tombamento municipal não sofrerá em sua reforma alteração da fachada que implique mudança no projeto arquitetônico original.


CONCURSO: ESCOLHA O HINO OFICIAL DA APALE
Sua composição terá que ser enviada no formato A4 arquivo PDF até o 15 de novembro de 2021
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CONVITE
NOITE DE AUTÓGRAFOS
A Academia Porangatuense de Artes e Letras, em parceria com UNIBRAS-PNG, juntas, temos a honra de convidá-los para a "Noite de Autógrafos" do lançamento do livro "A ARTE DE DESMANTELAR CALENDÁRIOS" do renomado poeta e jornalista Gilson Cavalcante.
Galeria de fotos
APALE realiza AUDIÊNCIA PÚBLICA sobre a revitalização do prédio da CADEIA VELHA de Porangatu
Aconteceu no Auditório da Câmara Municipal de Porangatu, na noite de sexta-feira, 19 de novembro, a AUDIÊNCIA PÚBLICA onde a Academia Porangatuense de Artes e Letras fez exposição do plano de trabalho para recuperação do prédio da antiga Cadeia Pública Municipal de Porangatu, a conhecida CADEIA VELHA, prédio localizado no Núcleo Histórico de Porangatu que está abandonado há várias décadas.
O presidente da APALE, Euclides de Souza Goianinho fez a abertura relatando que a Academia em uma iniciativa inédita em Porangatu, devolveu à prefeitura um terreno localizado na Vila Record (Campo do Badú) e solicitou à atual gestão o prédio da Cadeia Velha, o que foi prontamente atendido pela prefeitura, após passar pelo crivo do Poder Legislativo. O presidente falou sobre o convênio da ordem de 63 mil reais que está sendo realizado com a prefeitura para dar início ao projeto.
O ex-prefeito e confrade da Academia, João Gonçalves dos Reis, de 94 anos, deu uma palestra sobre a história do prédio da Cadeia Velha, construído por Ângelo Rosa de Moura em 31 de março de 1953. "Esse prédio tem uma expressão Art Déco, que na época foi introduzido em Goiás por Pedro Ludovico Teixeira e implantado em Porangatu por Ângelo Rosa de Moura e deve ser um dos pouco existentes no interior de Goiás", diz o ex-prefeito.
Ivan Vieira Soares, pioneiro na comunicação porangatuense, fez um relatório sobre o Núcleo Histórico de Porangatu, citando que muitas construções com o passar dos tempos perderam suas características originais que prevê a Lei 540/84 que trata da preservação da Cidade Velha (Descoberto da Piedade). Ivan Vieira, firmou-se como interlocutor do projeto da Cadeia Velha com a Comunidade Porangatuense que reside em Goiânia.
A Academia conta com o apoio do Dr Antônio Macedo e da coordenação do tradicional e Encontro dos Porangatuenses em Goiânia.
O odontólogo e ex-secretário de Cultura Dr Carlos Otto, falou do episódio ocorrido durante o período em que foi secretário onde houve uma tentativa de derrubar esse prédio. "Lembro que fui até Goiânia e graças a interferência de várias pessoas que se uniram em prol da defesa do patrimônio a Cadeia Velha não foi ao chão", diz.
Dr Carlos Otto, fez apresentação a proposta de contribuir em uma campanha visando arrecadar fundos para o projeto. Cada pessoa que realizar a doação espontânea terá seu nome gravado em uma pedra que ficará exposta permanentemente no "Jardim dos Colaboradores", local de visitação que será construído no pátio da Cadeia Velha.
Adair de Abreu, historiador e membro da Academia será o responsável em organizar a campanha do saco de cimento e assim dar avanço aos trabalhos. "Será um trabalho árduo, mas esperamos sensibilizar a comunidade da importância de transformar esse espaço em uma fonte do saber e busca do conhecimento" finaliza.
Carlito Silva, membro da Academia e PRF aposentado se colocou à disposição para ajudar em tudo que for necessário para recuperar a antiga Cadeia Pública de Porangatu e transformá-la em academia de letras.
Hilton Rocha falou em nome da comunidade e sugeriu abertura de conta e "PIX" para facilitar as doações, o mesmo apresentou-se encantado pelo projeto, colocando-se à inteira disposição na condição de voluntário.
Francisca Mendes (Chica do Clóvis), empresária e secretária municipal do meio ambiente fez um depoimento lembrando a memória de seu marido, Clóvis Rezende de Souza (falecido), sendo que na ocasião que fora vereador apresentou projeto para construção de uma biblioteca naquele prédio. "Estamos na expectativa desse projeto de recuperar a Cadeia Velha, vejam que mesmo em ruínas esse prédio e encantador e parece nos dar um abraço como se estivesse pedido socorro", resume emocionada.
Aldemir Alves da Silva, que também é membro da Academia e famoso artesão finalizou com a apresentação da parte prática de como vai acontecer os processos de recuperação desse espaço. "É importante lembrar que teremos de afixar chapas de ferro em cada canto da construção, essas chapas serão conectadas uma à outra com cabos de aço nas paredes laterais para facilitar a retiradas das telhas francesas que serão enumeradas uma a uma e recolocadas novamente ao final da restauração" conclui.
Outro ponto abordado pelo mestre de obras foi rampa lateral de acessibilidade que será dentro do protocolo estabelecido. Essa rampa dá acesso ao piso superior onde será o auditório acadêmico. Aldemir, prevê que se tudo ocorrer dentro da normalidade a obra será finalizada em doze meses.
O presidente da Academia encerrou a Audiência Pública reforçando o compromisso da entidade literária e artística em recuperar a Cadeia Velha e transformá-la em mais um cartão postal de Porangatu. "Encerro essa Audiência Pública fazendo um apelo à Comunidade Porangatuense, filhos apaixonados por essa terra, que aqui nasceram ou que aqui ficaram raízes, que nos ajude a realizar essa importante obra de recuperação do conjunto arquitetônico de Porangatu"


Venda do livro POETAS DE ANGATU
EDIÇÃO COMEMORATIVA DOS 30 ANOS
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